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ABNT – Qualidade no setor de beleza

ABNT - Qualidade no setor de beleza

[quote]A inovação e a criatividade em produtos, serviços e atendimento vêm fazendo a diferença. O conceito de salão de beleza passa a incluir não só preocupações com a beleza, mas também com a saúde das pessoas[/quote]

O segmento da beleza é um dos que mais cresce, sendo o Brasil o 3º maior mercado consumidor de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos no cenário mundial e o 2º mercado consumidor em Hair Care. O segmento brasileiro conta, atualmente, com quase meio milhão de Micro Empreendedores Individuais (MEIs) e mais de 600 mil salões de beleza, que carecem de inúmeras ações que venham a contribuir para a sustentabilidade dos negócios e melhoria do ambiente comercial das empresas.


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Por conta dessa ampliação de foco, existe uma tendência de transformação dos salões em institutos. Cresce o número de serviços especializados e profissionais mais bem treinados e capacitados. O salão de beleza assume uma excelente oportunidade de negócio, tornando- -se um ponto de venda qualificado de produtos de beleza (cremes, xampus, perfumes e outros) e moda (íntima ou praia), o que pode garantir uma boa parcela do seu faturamento por meio da venda destes produtos.

O apoio da tecnologia também tem sido fundamental para a formação de um novo modelo de serviço e atendimento. A tecnologia vem associada não só a novos produtos, como a equipamentos e instalações.

ABNT - Qualidade no setor de beleza

Em públicos de classes mais luxuosas, a preocupação com o leiaute do estabelecimento de beleza e sua montagem é cada vez maior: arquiteturas modernas e funcionais. O leiaute se preocupa não só com funcionalidade, mas principalmente com o conforto dos clientes e adequação para os prestadores de serviços. A recepção passa a ser um local mais amplo e agradável, propiciando uma espera menos penosa para o cliente.

Diante desse cenário promissor, em 06 de dezembro de 2011, foi instituída a Comissão de Estudos de Salão de Beleza, junto à ABNT, no âmbito do Comitê Brasileiro de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABNT/CB-57) que atua na normalização do setor compreendendo produtos, processos, serviços e matérias-primas no que concerne à terminologia, requisitos, classificação e métodos de ensaio, boas práticas e outras generalidades. O executivo Artur João Gradim é o gestor do ABNT/CB-57 e Juliana Souza, chefe de secretaria.

A Comissão de Estudos de Salão de Beleza é coordenada pelo Sebrae Nacional que acompanha a gestão das atividades juntamente com a ABNT e a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), além de outras entidades estratégicas – Associação Brasileira dos Salões de Beleza (ABSB), Sindicato dos Institutos de Beleza e Cabeleireiros de Senhoras do Rio de Janeiro SINBEL, e o Sindicato dos Salões de Barbeiros, Cabeleireiros, Institutos de Beleza e Similares no Estado do Rio Grande do Sul SINCA.

O objetivo da Comissão de Estudos (CE) é trabalhar para a normalização no campo de salão de beleza, visando às boas práticas na prestação de serviços, terminologia, classificação, requisitos e qualificação de pessoas para, com isso, aumentar a competitividade e sustentabilidade do setor.

Como resultado desse trabalho, em 12 de abril de 2014, foi lançada a primeira Norma Técnica Brasileira para o segmento de salões de beleza, a ABNT NBR 16283:2014 – Estabelecimentos de beleza – Terminologia, cujo objetivo é nivelar conceitos gerais junto aos empresários, e outras duas normas, que devem ser lançadas até o primeiro trimestre de 2015 – Requisitos de boas práticas na prestação de serviços e Competências de Pessoas que atuam nos Estabelecimentos de Beleza.

A gestora Nacional da Carteira de Beleza do Sebrae, Andrezza Torres, declara que “o trabalho da CE de Salão de Beleza tem mobilizado todos os elos da cadeia produtiva – indústria, educação, empresários, governo, entidades de representação e as empresas prestadoras de serviços, e tem gerado importantes resultados para o segmento. Dessa forma, o Sebrae contribui, juntamente com outros atores, de forma efetiva para a formação de um empresariado mais preparado para o mercado”.

Fonte: Boletim ABNT


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