Visagismo na sétima arte

Shares
Read Carefully

pelicula-filme-cinemajpg

Você lembra da última vez que foi ao cinema? de lá saiu em lágrimas ou rindo a toa? quem sabe aterrorizado? questionando como o maravilhoso mundo da sétima arte é criado? Como eles elaboram o roteiro, a iluminação, a fotografia, a escolha dos artistas, as locações para as gravações, a equipe que trabalha nos bastidores, efeitos visuais, trilha sonora, mas aposto que você não parou para pensar na equipe de visagismo que trabalha na produção cinematográfica  certo? vou explicar de forma rápida e fácil o processo criativo do visagismo no incrível mundo do cinema.

Como você sabe  nossos sentidos ocasionam emoções e sentimentos, em especial o sentido da visão, pelo qual enxergamos lugares inimagináveis, mesmo no antigo cinema mudo as pessoas lotavam as antigas salas deixando se levar pelas projeções. Toda produção cinematográfica é pensada detalhadamente para que possamos ser tragados pelas imagens e captarmos emoções e sentimentos.

Isso compete em grande parte ao visagismo no que diz respeito a imagem e look dos personagens, nas cores, nas formas geométricas que se apresentam na cena, vamos exemplificar para ficar mais fácil?

Que corte de cabelo terá o ator para que represente o mocinho do filme, que estilo de roupa a vilã precisa vestir para que nos espectadores captemos tal informação, a textura, o movimento do cabelo, a cor do batom, da unha, a presença ou ausência do cílios postiços, uso ou não de perucas,  próteses faciais ou corporais para aumento ou diminuição de tal parte do corpo, os sapatos, se os acessórios serão circulares, triangulares ou retilíneos e também  objetos em cena e uma infinidade de detalhes visuais que na globalidade fará parte do composê da cena, diferenciando os gênero de terror, suspense, drama, romance, ficção  cientifica, faroeste e por ai vai…..

Percebeu quanto o visagismo está presente no mundo da sétima arte e em tudo que você enxerga no seu dia dia? afinal tudo que é visto é sentido por nós de alguma forma certo? Fica a reflexão do quanto mais adquirirmos conhecimento maior será nossa assimilação cognitiva e compreensão.

Fábio Ritter

Visagista e Terapeuta Capilar formado pela Universidade Anhembi Morumbi. Atualmente cursando MBA Visagismo e Estética com Gestão Integrada na Imagem Pessoal e também o curso de extensão de Filosofia na PUC. Recebe seus clientes ao longo de 13 anos de profissão na região dos Jardins em São Paulo, desenvolve em paralelo trabalhos como consultor de imagem na moda, tv e cinema.

One comment

  • Luciene Carla da Silva

    23 de outubro de 2017 - 19:57

    O nome do meu salão é Visage; mas, infelizmente não estou fazendo jus ao nome escolhido a 13 anos atrás, quando abri meu próprio negócio. Iniciei com todo gás, fazendo cursos e aplicando as técnicas. Fiz cursos no Instituto Henkel – Schwarzkopf – Academia Loréal, Instituto Magno Alves, entre outros. Amava modelar cabelos em escovas, difusor, etc. Não sei se pela chegada forte das progressivas com formol, que me recusei a utilizar, ou por fatores íntimos, desanimei um pouco com a profissão. Pensei em trabalhar em outros salões, ou até mesmo mudar de profissão. Mas, na verdade, amo o que faço. Só gostaria de repaginar tanto o salão como a mim mesma como profissional. Mas não sei por onde começar sem precisar gastar muito, já que vivemos um período de crise. Acredito que o Visagismo, se bem trabalho como carro chefe e marketing pode ser meu recomeço. Onde posso buscar ajuda meste sentido? Gostei muito do seu currículo e como, de maneira simples, explicou o grande valor deste conhecimento.

    Responder

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Top