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Diante de um “gênio da lâmpada” que atendesse a pedidos de beleza, muitas mulheres provavelmente desejariam levantar da cama lindas e com o rosto já maquiado – sem precisar perder tempo delineando olhos ou colorindo sobrancelhas.


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A micropigmentação – ou “maquiagem definitiva” – promete abolir esse processo ao colorir permanentemente pálpebras, sobrancelhas, bocas e até aréolas do mamilo.

Micropigmentação: entenda o processo

A esteticista Marilia Diamanttino, do Espaço Valenttina, explica que a micropigmentação é feita com um dermógrafo, aparelho que se assemelha àquele usado para fazer tatuagem. “A diferença é que o dermógrafo tem rotação mais leve e menos quantidade de microagulhas, já que é utilizado para um trabalho menos profundo na pele, com traços finos”, explica.

“Depois da sessão, deve-se evitar o sol durante 15 dias, porque a pele fica sensibilizada. Recomendamos também o uso de uma pomada cicatrizante gordurosa para não criar casquinha, que pode tirar o pigmento. Além desses cuidados, loções hidratantes também ajudam a manter a coloração e o traço perfeitos”, diz Estela.

Indicações para a maquiagem definitiva

A micropigmentação é comumente feita nas áreas dos olhos, sobrancelhas, boca e mamilos. Confira abaixo as indicações de Estela para cada parte do corpo:

Sobrancelhas

O procedimento é feito fio a fio e tem a finalidade de corrigir falhas ou preencher os pêlos. “É ideal para quem tirou muitos pêlos da sobrancelha ao longo dos anos e acabou deixando-a muito fina”.

Olhos

O realce é dado por um traço bem fino na linha dos cílios, feito um delineador, ou mesmo na linha d’água – como um lápis de olho. “É importante que o traço seja realmente bem fininho, para não dar um efeito artificial”, diz Estela.

Boca

Alguns problemas como a herpes labial, por exemplo, fazem com que a boca perca a linha de contorno. Um pigmento rosado pode ser aplicado suavemente para redefinir os lábios.

Conheça as desvantagens da maquiagem definitiva

Apesar de ser chamada de maquiagem definitiva, a micropigmentação tem a duração de dois a três anos, exigindo sessões de retoque após esse período. E caso o resultado não saia como o esperado, o processo de despigmentação não é dos mais fáceis – assim como acontece com a tatuagem.

Para remover a maquiagem definitiva, explica Marília, usa-se um pigmento corretivo no tom da pele. Outro método possível é o laser, mas com restrições: “o laser pode danificar ou mesmo remover os pêlos, como numa depilação definitiva”, diz a especialista.

Não há contraindicações para quem deseja investir na maquiagem permanente, mas os diabéticos devem ter cuidado redobrado. “O procedimento é um pouco mais complicado para quem tem diabetes por conta do sangramento. O especialista deve avaliar o caso do cliente antes de aplicar o pigmento”, explica Estela.


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